KKKKKKKKKKKKKKKKKK
Gargalhadas é a melhor forma de intitular este post, pois é inimaginável a minha capacidade de superação. Pense!!! Quando eu acredito que não conseguirei pagar um mico maior que o último pago, eu me surpreendo, SUPERANDO-ME!!!! Simplesmente IN-CRÍ-VEL!!!!
Lembra o tal casamento que citei no meu último post? Então. Eu o PERDI!!! Digo que perdi porque quando recebi o convite não o li direito, logo, não prestei atenção na hora da cerimônia.
No ínicio da semana passada, encontrei Jemerson e começamos a conversar sobre o casório de nossa amiga Nery. E perguntei:
_ De que horas vai ser mesmo, Jê?
_ Sete horas.
_ Ok. - Pronto! Era só o que eu precisava saber.
O tempo passou e finalmente chegou o grande dia. Levantei às 9h com muita dificuldade, pois tinha passado a noite na calourada unificada da UFPB. Cheguei em casa às cinco e meia da manhã, cheirando a Vodka. NÃOOOOOOOOOO!!! EU NÃO PASSEI A NOITE BEBENDO!!! Foi um acidente. Encontrei uns amigos lá e um deles já estava meio alegrinho, e quando fui abraçá-lo, ele derramou seu copo de vodka em mim, não foi Jerry??? Nossa, chega desceu geladinho por minhas costas!!! Na hora eu fiquei arrasada, pois tinha colocado o meu melhor perfume!!! Hauhauhauhua
Quando comentei o acidente com uma amiga minha, ela não contou até três pra dizer: “Mas Beta, tu nasceu pra pagar mico mesmo, né? Kkkkkkkkkkkkk”. É! Eu mereço... Tudo bem. Não deixou de ser divertido. Só o fato de reencontrar amigos queridos, já fez a noite valer a pena.
Mas voltando à história do casamento...
Eu acordei às 09h, e mais ou menos uma hora depois eu saí para o centro da cidade para comprar uma sandália nova, visto que encontrei uma saia e uma blusa perdidas em meu guarda-roupa, o que salvou meu bolso de gastos maiores.
Cheguei em casa às 15h. Almocei, lavei a louça, preparei a roupa e fui fazer as unhas. Quando terminei, o relógio marcava 17h. “Oba! Ainda dá tempo de dar um cochilo”. Coloquei o relógio para despertar às 17:50h, pois o sono era tanto, que bastava me escorar que eu dormia imediatamente.
Quando despertei, dei uma olhadinha no convite para confirmar a hora e o local do casamento: ...às dezessete horas na Paróquia Santíssima Trindade...
“Beleza! Em um instante eu me arrumo e às 15 para as sete, estarei lá” – pensei toda empolgada. Janto, me arrumo e minha irmã na lentidão.
_ BOOOOOOOOOOOOORA CAROLINE!!! VAMOS CHEGAR ATRASADAS!!!
Saímos às sete e quinze. Eu agoniada com a idéia de chegar à igreja, com a noiva já no altar e minha irmã se arrastando.
_ Tu tá com medo de cair desse saltinho ou tu não pode ir mais rápido mesmo? – perguntei impaciente.
_ Estou indo o mais rápido que posso. Se está com pressa, vá na frente.
_ Tu é do contra, né?
_ Como assim?
_ Tu se esforça de má vontade, só pra fazer raiva!
_ Estou no meu limite!!!
_ Nossa! Como seu limite é limitado!!! Desse jeito vamos chegar na hora da recepção.
Finalmente chegamos à igreja e fiquei perplexa! ONDE ESTAVA O POVO??? Tinha gente na igreja, só que não era o povo que esperávamos encontrar. Só vimos “véi”, casais do ECC e a laia podre do EJC!!! Um rapaz do círculo laranja 7, cujo nariz chama mais atenção que ele próprio, pois ele é parte da nariga e não o contrário, ficou olhando para mim como quem diz: “O que essa queimada está fazendo aqui?”. Mas o ignorei, lógico.
Ainda tive coragem de ir até a porta da igreja. Não havia sombra de nenhum de nossos amigos.
_ Caroline! Cadê o povo? CADÊ NERY????
_ Tem certeza que era aqui?
_ Absoluta. Tava lá no convite: PARÓQUIA SANTÍSSIMA TRINDADE!!! – virei para a rua e disparei para o orelhão. _ Vou ligar pra mainha agora!
Contei a situação a mainha e pedi que ela ligasse para a casa de Nery, perguntando onde ela estava casando. OLHA COMO EU SOU LOUCA!!! EU AINDA TINHA ESPERANÇAS QUE MINHA MÃE ENCONTRASSE NERY EM CASA PARA RESPONDER A TAL PERGUNTA!!! Desliguei o telefone e disse para minha irmã:
_ Vamos para o Olívio Pinto e ver se já esta acontecendo a recepção. Se bem, que não é possível que Nery já tenha casado.
Quando cheguei na esquina, vi um monte de carro na frente do colégio. Mesmo sabendo que a recepção era ali, ainda perguntei a um rapaz se o festejo do casório de Nery estava acontecendo. E claro, ele disse que sim!!!
Respirei fundo e fui ao pátio. Desorientada, procurei a minha galera que demonstrou surpresa quando me viu. “Oxe Ro! Agora...”
_ Gente, que casamento foi esse que acabou em 15 minutos? Tô passada!!! – interrompi incrédula. E mais incrédula fiquei ao ser interrompida.
_ Não! O casamento durou uma hora!
_ O quê? Como assim? Anteciparam a cerimônia?
_ Não! Começou na hora certa.
_ Não era às dezessete horas?
_ E então Roberta! Cinco horas da tarde!!! – e todo mundo começou a rir, entendendo o que tinha acontecido.
Meu mundo caiu! Fiquei sem fala. Minha mente rebobinou até o momento em que li o convite e visualizei um círculo vermelho sendo desenhado em volta da palavra dezessete. Fiquei tão por fora, que invadi a mesa de outro amigo, morta de vergonha.
Expliquei ao noivo o que tinha acontecido e ele deu risada, dizendo que isso já tinha ocorrido com ele.
Minha irmã queria voltar para casa, dez minutos depois de chegarmos. E eu disse que não me levantaria dali nunca mais... mas acabei levantando, já que a noiva e outra amiga insistiram tanto para eu participar da brincadeira do buquê. “Só me faltava essa! E se esse negócio vier justamente para a minha direção?”, pensei preocupada. Avisei a uma amiga, que se por acaso o buquê viesse na minha mira, eu daria um passo para trás e não pegava. Pra garantir segurança, me escondi lá atrás, fugindo daquelas flores, como o diabo foge da cruz. E graças a Deus, fui salva por Aline Garça! Ufa... foi por pouco...
Mas o melhor de tudo foi ver Malba, Pompom e Alessandra chegarem à recepção na hora em que estávamos guardando as cadeiras e mesas para ir embora!!! kkkkkkkkkkkkkkkkk
Senti-me bem mais aliviada...
Lembra o tal casamento que citei no meu último post? Então. Eu o PERDI!!! Digo que perdi porque quando recebi o convite não o li direito, logo, não prestei atenção na hora da cerimônia.
No ínicio da semana passada, encontrei Jemerson e começamos a conversar sobre o casório de nossa amiga Nery. E perguntei:
_ De que horas vai ser mesmo, Jê?
_ Sete horas.
_ Ok. - Pronto! Era só o que eu precisava saber.
O tempo passou e finalmente chegou o grande dia. Levantei às 9h com muita dificuldade, pois tinha passado a noite na calourada unificada da UFPB. Cheguei em casa às cinco e meia da manhã, cheirando a Vodka. NÃOOOOOOOOOO!!! EU NÃO PASSEI A NOITE BEBENDO!!! Foi um acidente. Encontrei uns amigos lá e um deles já estava meio alegrinho, e quando fui abraçá-lo, ele derramou seu copo de vodka em mim, não foi Jerry??? Nossa, chega desceu geladinho por minhas costas!!! Na hora eu fiquei arrasada, pois tinha colocado o meu melhor perfume!!! Hauhauhauhua
Quando comentei o acidente com uma amiga minha, ela não contou até três pra dizer: “Mas Beta, tu nasceu pra pagar mico mesmo, né? Kkkkkkkkkkkkk”. É! Eu mereço... Tudo bem. Não deixou de ser divertido. Só o fato de reencontrar amigos queridos, já fez a noite valer a pena.
Mas voltando à história do casamento...
Eu acordei às 09h, e mais ou menos uma hora depois eu saí para o centro da cidade para comprar uma sandália nova, visto que encontrei uma saia e uma blusa perdidas em meu guarda-roupa, o que salvou meu bolso de gastos maiores.
Cheguei em casa às 15h. Almocei, lavei a louça, preparei a roupa e fui fazer as unhas. Quando terminei, o relógio marcava 17h. “Oba! Ainda dá tempo de dar um cochilo”. Coloquei o relógio para despertar às 17:50h, pois o sono era tanto, que bastava me escorar que eu dormia imediatamente.
Quando despertei, dei uma olhadinha no convite para confirmar a hora e o local do casamento: ...às dezessete horas na Paróquia Santíssima Trindade...
“Beleza! Em um instante eu me arrumo e às 15 para as sete, estarei lá” – pensei toda empolgada. Janto, me arrumo e minha irmã na lentidão.
_ BOOOOOOOOOOOOORA CAROLINE!!! VAMOS CHEGAR ATRASADAS!!!
Saímos às sete e quinze. Eu agoniada com a idéia de chegar à igreja, com a noiva já no altar e minha irmã se arrastando.
_ Tu tá com medo de cair desse saltinho ou tu não pode ir mais rápido mesmo? – perguntei impaciente.
_ Estou indo o mais rápido que posso. Se está com pressa, vá na frente.
_ Tu é do contra, né?
_ Como assim?
_ Tu se esforça de má vontade, só pra fazer raiva!
_ Estou no meu limite!!!
_ Nossa! Como seu limite é limitado!!! Desse jeito vamos chegar na hora da recepção.
Finalmente chegamos à igreja e fiquei perplexa! ONDE ESTAVA O POVO??? Tinha gente na igreja, só que não era o povo que esperávamos encontrar. Só vimos “véi”, casais do ECC e a laia podre do EJC!!! Um rapaz do círculo laranja 7, cujo nariz chama mais atenção que ele próprio, pois ele é parte da nariga e não o contrário, ficou olhando para mim como quem diz: “O que essa queimada está fazendo aqui?”. Mas o ignorei, lógico.
Ainda tive coragem de ir até a porta da igreja. Não havia sombra de nenhum de nossos amigos.
_ Caroline! Cadê o povo? CADÊ NERY????
_ Tem certeza que era aqui?
_ Absoluta. Tava lá no convite: PARÓQUIA SANTÍSSIMA TRINDADE!!! – virei para a rua e disparei para o orelhão. _ Vou ligar pra mainha agora!
Contei a situação a mainha e pedi que ela ligasse para a casa de Nery, perguntando onde ela estava casando. OLHA COMO EU SOU LOUCA!!! EU AINDA TINHA ESPERANÇAS QUE MINHA MÃE ENCONTRASSE NERY EM CASA PARA RESPONDER A TAL PERGUNTA!!! Desliguei o telefone e disse para minha irmã:
_ Vamos para o Olívio Pinto e ver se já esta acontecendo a recepção. Se bem, que não é possível que Nery já tenha casado.
Quando cheguei na esquina, vi um monte de carro na frente do colégio. Mesmo sabendo que a recepção era ali, ainda perguntei a um rapaz se o festejo do casório de Nery estava acontecendo. E claro, ele disse que sim!!!
Respirei fundo e fui ao pátio. Desorientada, procurei a minha galera que demonstrou surpresa quando me viu. “Oxe Ro! Agora...”
_ Gente, que casamento foi esse que acabou em 15 minutos? Tô passada!!! – interrompi incrédula. E mais incrédula fiquei ao ser interrompida.
_ Não! O casamento durou uma hora!
_ O quê? Como assim? Anteciparam a cerimônia?
_ Não! Começou na hora certa.
_ Não era às dezessete horas?
_ E então Roberta! Cinco horas da tarde!!! – e todo mundo começou a rir, entendendo o que tinha acontecido.
Meu mundo caiu! Fiquei sem fala. Minha mente rebobinou até o momento em que li o convite e visualizei um círculo vermelho sendo desenhado em volta da palavra dezessete. Fiquei tão por fora, que invadi a mesa de outro amigo, morta de vergonha.
Expliquei ao noivo o que tinha acontecido e ele deu risada, dizendo que isso já tinha ocorrido com ele.
Minha irmã queria voltar para casa, dez minutos depois de chegarmos. E eu disse que não me levantaria dali nunca mais... mas acabei levantando, já que a noiva e outra amiga insistiram tanto para eu participar da brincadeira do buquê. “Só me faltava essa! E se esse negócio vier justamente para a minha direção?”, pensei preocupada. Avisei a uma amiga, que se por acaso o buquê viesse na minha mira, eu daria um passo para trás e não pegava. Pra garantir segurança, me escondi lá atrás, fugindo daquelas flores, como o diabo foge da cruz. E graças a Deus, fui salva por Aline Garça! Ufa... foi por pouco...
Mas o melhor de tudo foi ver Malba, Pompom e Alessandra chegarem à recepção na hora em que estávamos guardando as cadeiras e mesas para ir embora!!! kkkkkkkkkkkkkkkkk
Senti-me bem mais aliviada...
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK!!!
ResponderExcluirDesculpa robertinha!:( Prometo ter mais cuidado da próxima vez.
Bjão.
hauhuahuaha
ResponderExcluirclaro que eu desculpo querido! aliás, vc nem precisa se desculpar, afinal, foi sem querer!!! e eu só deixo vc me dar um banho de vodka! kkkkkkkkkkk
te adoro!
bjos