Novos olhares
Se é verdade que a beleza está nos olhos de quem vê, os participantes do Pontão da Caatinga-Bananeiras, mostraram que seus olhos são morada da beleza!!!
Digo isso, porque na última quinta-feira (29) à tarde, os alunos e professores da Escola Normal, onde estão sendo realizadas as oficinas de audiovisual, saíram pelas ruas de Bananeiras para fotografar o que vissem de bonito ao seu redor. O objetivo desse exercício era de tentar fazê-los enxergar a beleza e o valor daquilo que viam cotidianamente. Era um momento para olhar de uma maneira diferente a sua realidade. E eles provaram que não só enxergam muito bem a beleza, como ainda a transmitem com grande facilidade
Era tanto “click” no meio do mato, no meio da rua, focando as mesmas flores e folhagens, os mesmos bichos e pessoas, que cheguei a pensar que veria no final daquela tarde, um monte de foto repetida.
_ Gente! Acho que vocês precisam olhar de forma mais detalhada ao redor de vocês... – eu dizia, buscando alertá-los e evitar que enxergassem somente o óbvio. Que bobagem de minha parte! Eu estava falando em vão, pois ninguém ali estava tirando fotos de flores bonitas. Pelo contrário, todos estavam registrando a beleza na mais pura essência. E cada um enxergou os mesmos objetos e seres de uma maneira distinta.
Quando finalmente voltamos à sala e as fotos começaram a encher o telão, meus olhos transbordaram de beleza. Eu vi coisas que não esperava encontrar.
Vi besouros transformados em pedras preciosas; flores em terceira dimensão; o toque suave dos raios de sol em árvores que apesar da imponência, indicavam fragilidade; os pequenos se destacarem entres os fortes; a pequenez do homem diante da natureza; o pulsar da vida em diferentes cores e tons; a nobreza da simplicidade. Enfim, paradoxos e contrastes! A alegria, esforço, juventude, amor e sabedoria em diversos tipos de planos e ângulos.
E assim, a sala encheu-se não apenas de beleza, mas de orgulho. O orgulho de enxergar os tesouros ao redor, por ter aprendido a ver as coisas, o outro, a si e a vida com uma nova forma de olhar...
Digo isso, porque na última quinta-feira (29) à tarde, os alunos e professores da Escola Normal, onde estão sendo realizadas as oficinas de audiovisual, saíram pelas ruas de Bananeiras para fotografar o que vissem de bonito ao seu redor. O objetivo desse exercício era de tentar fazê-los enxergar a beleza e o valor daquilo que viam cotidianamente. Era um momento para olhar de uma maneira diferente a sua realidade. E eles provaram que não só enxergam muito bem a beleza, como ainda a transmitem com grande facilidade
Era tanto “click” no meio do mato, no meio da rua, focando as mesmas flores e folhagens, os mesmos bichos e pessoas, que cheguei a pensar que veria no final daquela tarde, um monte de foto repetida.
_ Gente! Acho que vocês precisam olhar de forma mais detalhada ao redor de vocês... – eu dizia, buscando alertá-los e evitar que enxergassem somente o óbvio. Que bobagem de minha parte! Eu estava falando em vão, pois ninguém ali estava tirando fotos de flores bonitas. Pelo contrário, todos estavam registrando a beleza na mais pura essência. E cada um enxergou os mesmos objetos e seres de uma maneira distinta.
Quando finalmente voltamos à sala e as fotos começaram a encher o telão, meus olhos transbordaram de beleza. Eu vi coisas que não esperava encontrar.
Vi besouros transformados em pedras preciosas; flores em terceira dimensão; o toque suave dos raios de sol em árvores que apesar da imponência, indicavam fragilidade; os pequenos se destacarem entres os fortes; a pequenez do homem diante da natureza; o pulsar da vida em diferentes cores e tons; a nobreza da simplicidade. Enfim, paradoxos e contrastes! A alegria, esforço, juventude, amor e sabedoria em diversos tipos de planos e ângulos.
E assim, a sala encheu-se não apenas de beleza, mas de orgulho. O orgulho de enxergar os tesouros ao redor, por ter aprendido a ver as coisas, o outro, a si e a vida com uma nova forma de olhar...
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Olá! Muito obrigada pela sua visita.