Pequenos agrados, grandes lembranças

Eu acho tão engraçadinho quando meu pai, do nada, chega em mim e me dá uma balinha de mel. Lembra-me a infância, embora, balas de mel nunca tenham sido as minhas preferidas... mas painho não precisa saber disso! ^^

Meu pai parece que se recusa a deixar de nos tratar como crianças e volta e meia nos surpreende com pequenos agrados! ;)

Tão lindo, ontem, quando eu me dirigia para o trabalho e ele,
vindo da rua, me viu de longe e acenou para que eu o esperasse. Logo vi que ele vinha esticando uma nota. Quando chegou ao meu lado, me estendeu R$ 5,00 e disse, contente:

Tome painho! Pra minha "fia" tomar um sorvete!

Owwwwwwwwwwunnnnn, tão bonitinho o meu pai, né?

Esses momentos me comovem sempre. Principalmente, pq me sinto culpada por não ser mais a Roberta que o esperava no portão de casa, e quando ele apontava na esquina, corria no meio da rua para abraçá-lo e beijá-lo, recepcionando-o na volta do trabalho.

Não tenho ideia de onde está essa menininha carinhosa, que não há sorvetes, doces e agrados que a façam retornar, por mais que eu tente...

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